quarta-feira, 4 de julho de 2012

Capítulo 5.2

Reene gostou da sensação de expor a verdade para sua mãe, então resolveu que dali pra frente faria mais isso, mas não apenas com seus conhecidos, mas com qualquer um. Com essa ideia na cabeça ele teve destorções de imagem. Entrou no banheiro pra tomar banho, se olhou no espelho e viu como se estivesse gordo e sentiu que estava faltando alguma coisa nele, então pensou "Pra que ser simétrico e completo se me falta algo dentro?" Pegou a navalha e tirou metade do cabelo. A cabeça dele ficou toda cortada, mas nem ele nem se importava.

A partir dali ele acabou deixando seu estilo gótico (que eu não tinha mencionado, é eu sei) e passou a se vestir mais colorido, e criou uma máscara branca, com apenas um sorriso e um raio no olho.

Agora Reene sentia-se como Jig Saw de Jogos Mortais, mas ao invés de matar, ele desmascarava as pessoas ironicamente usando uma máscara para que ninguém soubesse que ele era de verdade. Fez isso com maridos/esposas infiéis, políticos corruptos, entre outros. Causou polêmica e muita repercussão na Itália inteira. Mas quando tirava a máscara se tornava um menino normal, que vivia rodiado dos amigos e fazia as lições da escola.

terça-feira, 3 de julho de 2012

2° tentativa Capítulo 5.1


Máscaras vivem caindo, e mesmo que não perceba, você acaba criando uma ou descobre que alguém perto de você tem de uma hora pra outra, mas uma máscara só cai na hora certa, na hora que sua jornada chegou ao fim.


Reene Lins morava em Roma em um apartamento perto do Coliseum, Reene tinha olhos castanhos, com 1,77 de altura e tinha um corte de cabelo quase que fringe, uma franja jogada pra cima e tinha quase 14 anos quando descobriu que sei pai, Cássio, e sua mãe, Virgínia. Ele queria dizer pra sua mãe, mas ela não acreditaria sem rovas, então ele contou pra sua irmã, Robyn, que resolveu ajuda-lo.

Eles entraram no quarto dos pais onde encontraram uma caixa na cor Magenta com detalhes em amarelo e azul. Robyn o ajudou a arrombala, e nela eles encontraram muitas camisinhas e uma das cartelas tinha algumas camisinhas a menos.

Eles reuniram os pais na sala no dia seguinte e Reene jogou a caixa aberta na mesa, Virgínia sacou na hora, pois ela e Cássio não usavam camisinhas. Eles brigaram e acabaram se divorciando.
Agora Robyn e Reene viviam praticamente sozinhos, já que sua mãe trabalhava quase o dia todo pra sustenta-los...

Aviso:

O capítulo 5 tava muito novela das 6 e muuuito gay, desisti dele, depois uso o Lucas em outro capítulo.

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Capítulo 5.3

- Não sei porque ainda tinha esperanças de que fosse real, - disse Lucas - ele é hetero.
- Mas o meu gaydar apita muito com ele, duvido que seja - disse Giovanna.
- O meu também, mas se ele não assume.

Lucas ficou olhando para Edgar quase a aula toda. O dia acabou e nada aconteceu. Lucas foi pra casa, e resolveu dormir quando chegou.

Lucas agora estava em um lugar escuro, sozinho, e vagava desesperadamente atrás de alguém ou algo, aquela escuridão o consumia.
- Socorro! - por fim ele gritou.
- O que de atormenta filho meu - disse uma voz masculina.
- P-Pai? - disse Lucas enquanto olhava pra trás.
- Olá Lucas - disse Elizeu sorridente - por que está tão assustado?
- Estou com uma sensação de que algo ruim irá acontecer.
- Coisas ruins acontecem a todos os momentos, você não pode prevê-las ou impedi-las.
- Mas e se eu pudesse impedi-las?
- Isso é o que você realmente quer? impedi-las?
- Sim pai, é o que eu quero.
- Então pegue isso. - disse Elizeu enquanto dava a Lucas uma caixa.
- Mas o que é isso?
- Acorde, abra e você descobrirá - disse Elizeu por fim e em seguida empurrou Lucas que entrou em uma queda sem fim. Agora tudo começava a clarear.

Lucas estava acordado agora. Mas tinha uma caixa nas mãos.
[acabo de escrever a noite como a parte4]

terça-feira, 26 de junho de 2012

Capítulo 5.2

Aquele sonho ficou na cabeça de Lucas a manhã inteira, e ele tinha informática naquele dia. Ele não contou pra ninguém sobre o sonho, com a esperança de que se realizasse. Ao chegar na aula de informática, Lucas foi para o computador de sempre...
 - Lucas, não estou conseguindo ligar meu PC, me ajuda aqui - disse Giovanna.
- Só um segundo - disse Lucas, pensando que isso havia acontecido em seu sonho. E nesse momento Silvana entrou na sala e foi para o computador de Lucas.
- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC assim como no sonho.

Não é possível, parece até um de javú. pensou lucas, enquanto voltava para o PC. E novamente viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.

- Sai Silvana - disse Lucas com um sorriso no rosto sabendo o que vinha por ai.
- Aí, não posso nem mais brincar com você - disse Silvana.
- Pera, era você mesmo? Aff.
- Você falou meu nome, mas achava que era outra pessoa? - perguntou Silvana.
- É que eu tive um sonho, e achei que ele estava se realizando.
- E quem te cutucava no sonho?
- Isso não vem ao caso.
- Era o Edgar, né?
- Se sabe, por que pergunta?
- Só pra confirmar. - respondeu Silvana - E o que mais acontecia no sonho?

 Lucas contou o sonho pra ela...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Capítulo 5.1

A atualidade é uma era estranha, mas estranho não é ruim. Ruim é ser normal e viver na mesmisse. Ter um cotidiano monótomo e ser igual a todo mundo. Não ter o "a mais" para se destacar na multidão.


Era mais uma noite chuvosa em Lloró, a capital da chuva localizada na Colômbia. Lucas Marino, cujo o falecido pai, Elizeu Marino, era Brasileiro, vivia com sua mão em Lloró e sempre que saia levava seu guarda-chuva vermelho. Não que isso seja incomum em Lloró, afinal lá chove quase todo dia. Lucas gostava de ser diferente, era o mais diferente de sua escola, sempre ia de chapéu, tinha 3 brincos na orelha esquerda, uma barba cerrada, e costeletas grandes e sempre com seu guarda-chuva vermelho.

Estava ele mexendo no seu computador no laboratório de informática de sua escola, era bem no começo da aula, quando ele parou pra responder uma pergunta de sua amiga Giovanna, sua amiga Silvana chegou na sala e pegou seu computador.

- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC. Quando voltou para o PC viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.
- Sai Silvana - disse Lucas
- Sou eu - disse Edgar, o menino que ele é afim desde o 1° ano do colegial. Edgar veio cumprimentar ele com um beijo no rosto e Lucas empurrou a cara dele com a mão - Sai, não quero você aqui.
- Quero conversar com você - disse Edgar enquanto ia para o outro lado de Lucas.
- Ok, então fala - disse lucas com desdém

Edgar foi chegando perto da boca do Lucas. Ele podia sentir o hálito quente de Edgar seu rosto, mas mesmo com toda aquela vontade de beija-lo ele virou a cara.

- O que você quer? Quando eu quis você disse "não, eu não gosto dessas coisas" - disse Lucas ainda com a cara virada, e Edgar beijou o pescoço dele. Lucas sentiu um arrepio por toda a espinha.
- Mas eu tenho um curiosidade, e sei que você gosta de mim, não pode me dar pelo menos um beijo?

E foi ai que Lucas acordou.

Avisos:


  • Voltei a ativa
  • Vou tentar postar pelo menos um pedaço por dia
  • Estou sem ideias pro Cap. 4 
  • Farei o Cap. 5 e depois volto ao 4
  • Vou criar uma página (ou grupo) no face pra postar quando sair um cap.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Capítulo 4.2 (novo)

Caio Renan superou tudo aquilo e ainda tinha muitos sonhos pra realizar, um deles era participar de um musical, sonho que não era tão difícil de realizar estando em Nova Iorque, assim tão perto da Broadway. Caio tinha uma voz incrível, mas não sabia dançar, o que dificultava um pouco sua entrada em um musical, a menos que fosse fazer parte do coro.

Era mais um dia comum, e Caio ia pra escola como todos os outros dias, pensando se naquele dia ele se inscreveria para algum musical ou não, ele tinha medo, pois afinal em sua primeira tentativa a diretora atendeu o telefone no meio da audição, mesmo ele cantando Someone Like You da Adele.

Ao chegar na escola, foi até o seu armário e pegou os cadernos da primeira aula e dirigiu-se a sala da mesma. Quando chegou lá encontrou suas amigas e começaram a conversar. Depois de um tempo a sala já estava cheia e o professor chegou.

-Bom dia turma, hoje teremos uma nova aluna na sala. Ela é estudante de intercambio da França.
-Olá meu nome é Ágata Cecília.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Capítulo 4.1

A superação deve ser a melhor parte da vitória, ainda mais quando você tem muita coisa pra superar, e quando as pessoas acabam se arrependendo do que fizeram com você após ver sua vitória.

Quando Caio Renan mudou de escola, na 3° série muitos o zoavam, não gostavam dele pelo meu jeito diferente de ser, talvez ele fosse o amigo tanto faz turma.

As coisas só pioraram na 4° série, aqueles que se diziam amigos se distanciaram, e ele muito quieto, começou a ficar sozinho na escola. Alguns achavam que por ele não tinha muitos amigos podiam ficar me pegar no pe dele.

Na 5° série ele se enturmou em um grupo que até então não sabia que viviam arrumando confusão. Até que brigaram com uma de suas amigas que valia por todas elas juntas. A escola toda ficou sabendo que elas estavam brigando e começaram a tumultuar e incentivar a briga. Aí ele distanciou daquele grupo.

Na 6° série tinha umas garotas que viviam de brincadeiras de mal gosto com ele, até que ele isolou-se de tudo e de todos. Não queria mais ser um "idiota" e decidiu eliminar da vida todos aqueles que lhe faziam mal. Ficou um bom tempo sozinho, sem verdadeiros amigos, as pessoas perguntavam porque ele estava daquele jeito.

Na 8° série ele já estava muito diferente, até sua família notava isso, ficou frio, vivia brigando com as amigas e discutindo com muitos.

Da 8° série pro 1° colegial houve uma mudança muito intensa, começou a se vestir diferente, sem importar pra opiniões alheias, só falava com aqueles que eram meus amigos de verdade. Aquelas pessoas que pegavam no seu pé faziam de tudo pra ter uma relação estavel com ele, alguns o chamavam de falso porque ele não olhava nem na cara. Alguns queriam sua amizade de volta, ficavam lhe elogiando, falando que ele havia mudado, que estava mais legal, e coisas do tipo.

Ele sempre acreditou que aquelas pessoas iriam pagar um dia por tudo que fizeram. Foi então que começou a perceber que todas aquelas pessoas já estavam pagando por tudo, todos de uma vez.

Comecei a andar de cabeça erguida na frente dessas pessoas. Ele não era mais o garoto de antes, o "idiota".
Hoje essas pessoas estão diferente, sempre que me o vêem tentam puxar assunto, ou então um 'oi, tudo bem?'. Ele não guardava mais mágoas dessas pessoas, porque sei que essas pessoas também passaram ou passam pelo o que ele havia passado e estão arrependidas pelo que fizeram, por dentro ele havia perdoado-as.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Capítulo 3.8

E a música era "Paparazzi" da famosa Stephanie Germanotta, mais conhecida como Lady Gaga. Jimmy sabia a coreografia dessa, mas pelo visto Anahí também.

-Eu já venci essa batalha. - disse Anahí para Jimmy enquanto dançava.
-Não se eu puder evitar.

Jimmy improvisou uma dança até Paty e a puxou para a dança. Eles começaram a dançar um tango ao som de Lady Gaga, impressionante era como eles tinham sincronia com a batida da música e entre si, mas o mais surpreendente foi no final da dança deles, Jimmy roubou um beijo de Paty e os maias foram ao delírio.

-Parece que descobrimos quem realmente venceu. - disse Jimmy
-Você é louco? - disse Paty e enquanto o anel aparecia na mão dela ela deu um tapa bem forte na cara do Jimmy.

Eles voltaram para o camarim, mas Anahí havia sumido.

Novo Layout

Capítulo 3.7

Jimmy desligou o celular e saiu correndo pelo estádio tentando chegar ao outro camarim, ao se aproximar, ele viu Paty na porta e Anahí rindo lá dentro. 

-Devolve o anel da Paty - disse Jimmy
-Quem você pensa que é pra falar assim comigo? - indagou Anahí
-Eu sou o parceiro da Paty nessa batalha - disse Jimmy, e foi ai que Anahí viu o anel na mão dele.
-Então o desafio para um duelo de dança, se você vencer fica com o anel dela, se eu vencer fico os o dela e o seu.

E o cenário começou a mudar, agora eles estavam no topo da pirâmide de Chichén Itzá. e começou a subir um monte de mini maias pelas escadas para ser o público dessa disputa.

-Haha o Jimmy nem tem chance, por mais que ele goste de dançar, ele não dança nada. - disse Paty
-Como você também apareceu nessa batalha? - perguntou Anahí surpresa.
-Ela ainda é minha dupla - disse Jimmy
-Mas como ela disse, a vitória já é minha.

A música começou a tocar, por incrível que pareça, Anahí começou a dançar ao som de uma de suas músicas. Com toda uma habilidade ela se contorcia no ritmo da batida, e dançava co toda a sensualidade de uma verdadeira latino-americana. Ao acabar os maias gritaram empolgados.

-Haha, supera essa garoto.

E foi só Jimmy pensar numa música que ela começou a tocar. Era "Slave 4 U" da Britney Spears. Jimmy vinha ensaiando a coreografia dessa música a algumas semanas, pois tinha achando muito legal. E por mais que todos os passos sensuais de Britney ficassem estranhos em um garoto, ele tinha até que melhorado muito como dançarino. Os maias ficaram meio na dúvida do vencedor ao final da música do Jimmy, então resolveram fazer uma morte súbita, seria a mesma música pros dois, os dois dançando ao mesmo tempo, mas  a música seria escolhida pelos maias.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Capitulo 3.6

-Não vai abrir a caixa? - perguntou Anahí
-Hã... Tô meio atordoada com isso tudo ainda... Preciso abrir agora?
-Não - respondeu Anahí, e Droga foi o que ela pensou - a escolha é sua.
-Okay, eu abro agora.

Paty abriu a caixa e viu que dentro tinha uma esfera azul piscina, um anel com a pedra da mesma cor e um pergaminho. Enquanto Paty lia o pergaminho Anahí pegou o anel de dentro.

-Hahahaha, finalmente este anel é meu - disse Anahí
-Ei este anel é meu, de acordo com esse pergaminho!
-Cala boca menina!
-Okay - concordou Paty

*O celular da Paty começou a tocar

-Alô - disse Paty
-Alô, Paty, aonde você está? - perguntou Jimmy
-Estou no camarim da Anahí - disse Paty ainda feliz com a ideia.
-Não está não, não tem ninguém no camarim.
-Como isso é possível?
-Eu acabei de abrir a porta não tem ninguém aqui, o Juan tá comigo.  - Paty caminhou até a porta e a abriu, ela ainda estava no estádio Azteca, mas não era o mesmo camarim.
-O que está acontecendo, eu estou em outro camarim agora, mas ainda no estádio.
-Você leu o pergaminho? Tudo que estava escrito é verdade, não pode deixar Anahí pega-lo.
-Ela já está com ele.
-Tente pegar de volta, estou indo pra ai.

Mas já era tarde, Anahí estava com o anel no dedo e usando os poderes do novo anel, que por sinal era de água.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Capitulo 3.5

Jimmy chegou na casa da Paty com pressa. Ele à chamou, mas ninguém apareceu. Foi ai que ele lembrou, hoje era o show da Anahí. Ele chamou um táxi pelo celular, o táxi chegou em 5 minutos. O show estava acontecendo no estádio de futebol Azteca. 

Quando Jimmy chegou o show tinha acabado, ele correu para o camarim, quando chegou ele viu Paty entrando, mas a porta se fechou assim que ele chegou perto.

-Droga! - gritou Jimmy
-O que foi isso? Por que a porta fechou? O que você tá fazendo aqui? - perguntou Juan
-Longa história, mas agora temos que encontrar a Paty. - Eles bateram na porta, tentaram arromba-la, mas nada acontecia.
-O que está acontecendo aqui? - perguntou Guillermo Rosas.
-Hmm... Hã... Anahí gritou e a gente estava tentando abrir a porta, mas não conseguimos - respondeu Juan.
-Ela deve estar trancanda. - ele colocou a chave na porta e a abriu com facilidade, mas não tinha ninguém no camarim.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Capitulo 3.4

"Hoy voy a seducirte. Sin darme cuenta, sin darme cuenta. Te robaré un suspiro. Aunque sea el motivo de mi delirio oooh" era o que tocava enquanto Paty se trocava para o show. Ela havia saído do banho a poucos minutos e secava o cabelo ainda de toalha. Resolveu ir de calça jeans, com sua camisa rosa escrito "Yo amo Anahí" e um all-star rosa. Juan chegou na casa dela para leva-la ao show.

° ° °

Chegando no show, Paty beijo Juan.

-Valeu por vir. - disse Paty, e eles entraram.

Durante o show, Paty cantava todas as músicas e Juan ficava só prestando atenção nela, nem reparava no show. Quando acabou o show Paty quis ir no camarim para tirar fotos com a Anahí. Guillermo Rosas, menager de Anahí, estava na porta do camarim, quando ele viu Paty se aproximando, entrou no camarim para falar com Anahí. Paty bateu na porta.

-Só um estante - disse Anahí, dava pra escutar alguns sussurros la dentro, mas por fim Anahí abriu a porta e Guillermo saiu do camarim.
-Bem depois eu falo com você Any - disse Guillermo.
-Oi querida, o que você quer? - perguntou Anahí.
-Posso tirar uma foto com você? - perguntou Paty.
-Claro entra aqui, só deixa eu pegar uma coisa.
-Vai lá eu espero aqui - disse juan.
-Certeza? - perguntou Paty já entrando.
-Sim.

Assim que Paty entrou no camarim a porta se fechou e Anahí apareceu com uma caixa na mão, a caixa era Vermelha e tinha entalhado "♥ + =) = ☮" 

-A porta fechou sozinha - disse Paty confusa.
-Sim, eu a programei para fazer isso Patrícia.
-Você sabe meu nome? - falou Paty surpresa.
-Sim, e essa caixa é destinada a você. Tenho ela comigo desde o quando meu coração parou por 8 segundos em 2001, quando acordei ela estava no quarto do hospital, mas por algum motivo nunca consegui abri-la. E com ela estava uma carta escrito que ela seria destinada a Patrícia Portilla, que viria no meu camarim após meu show do dia de hoje.

Capitulo 3.3

Jimmy tem um robe bem comum, ele adorava dançar, embora não dançasse muito bem, mas fora isso também era um ótimo diretor de filmes e curtas, quando tinha 15 anos ele fez um curta sobre o chupa-cabra, embora ele hoje não goste do resultado pra um primeiro curta, com as cenas gravadas em 3 horas e editado no programa mais básico de edição de vídeos, ficou realmente bom.

Hoje com 18 anos ele resolveu juntar seus dois robes e está escrevendo um filme de dança, e com o roteiro quase no fim, ele resolveu ir as compras atrás de uma boa câmera para as filmagens. Foi para o centro da cidade atrás da tal câmera, olhando várias lojas. Depois de andar por tanto tempo pesquisando preço e qualidade ele resolveu parar pra comer em um restaurante chamado Pollos Jack. Geralmente restaurantes com nome de Pollos serve a maioria de seus pratos com frango. 

Todos os funcionários daqui são muito parecidos, devem ser da mesma família. Pensou Jimmy. 

-Posso anotar seu pedido? - perguntou a garçonete.
-Ah, sim eu quero uma grande porção de franco com bastante pimenta. - respondeu Jimmy.
-Okay.

Depois de alguns minutos a garçonete voltou com o pedido, colocou o balde de frangos na mesa e saiu. Jimmy começou a comer naturalmente e mal percebia que era um dos únicos comendo naquele restaurante. Quando acabou pediu a conta. Junto a conta a garçonete também trouce uma caixa para ele.

-Um dos clientes pagou pra você e pediu pra trazer esta caixa quando você pedisse a conta - disse a garçonete.
-Quem? - perguntou Jimmy confuso.
-Ele pediu pra não dizer.

Jimmy olhou pra caixa petra que era toda detalhada com se fosse um negativo de um filme. Resolveu abrir a caixa mesmo sem saber quem tinha lhe dado. Quando abriu encontrou uma esfera laranja avermelhada junto à um anel com a pedra da mesma cor e dois pergaminho.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Capitulo 3.2

De repente o telefone toca:
-E então, você vai comigo no show? - Perguntou Paty
-Aff Paty, nem tô afim. - Respondeu Juan
-Mas será muito legal
-Eu nem gosto dessa Anahí
-Mas eu fui no show do Foo Fighters com você.
-Mas eu que paguei os ingressos e ainda é eu que vou ter que pagar os da Anahí
-Ai Juan nem é tão caro assim.
-Mas eu não gosto das músicas dela.
-Então eu pago os ingressos, se é o problema.
-Mas eu não quero ir.
-Então eu vou sozinha.
-Aff, não, eu vou com você. Quando que é o show?
-Daqui duas semanas na sexta.
-Okay, tchau beijo.
-Beijo.
Ela desliga o telefone.

° ° °

Ela telefona de novo:
-Alô? - Respondeu a voz do outro lado.
-Oi Carmen - Disse Paty
-E então, você convenceu ele a ir com você? 
-Sim - Respondeu ela com felicidade
-Então vamos comprar uma roupa pra você usar.
-Você passa aqui em casa?
-Passo sim.
Carmen desligou.

° ° °

-Vamos naquela loja ali - disse Carmen.

Foi ai que Paty avistou Jimmy com sua nova namorada.

-Oi Jimmy - disse Paty
-Oi Paty, oi Carmen - respondeu ele - Essa daqui é minha namorada, a Nita.
-A gente tá procurando uma roupa nova pra Paty ir no show da Anahí com o Juan - indagou Carmen. Ficou na cara como tanto o Jimmy quanto a Paty ficaram com ciúmes naquela hora.
-Que legal - respondeu Jimmy - então a gente se vê na escola.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Aviso

A parte 2 desse capitulo tá difícil, romances são tensos de se escrever... Por isso posso atrasar um poquinho esse capitulo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Capitulo 3.1

Toda história tem um romance, dando certo ou não no final e como disse um cantor brasileiro chamado Leonardo "Amores vem e vão, são aves de verão". Então aqui começa a parte clichê, ou nem tanto, dessa história e se passa na Cidade do México, ironicamente a capital do México.

Num começo distante, Patrícia Portilla, que todos chamavam de Paty, era fissurada em uma novela mexicana, assistia todos os dias e idolatrava a atriz que fazia o personagem principal, conhecida como Anahí, mesmo depois da novela chegar ao fim, ela continuou a idolatrar tal atriz, que também virou cantora, e seguir todos os seus passos.

No segundo ano do ensino médio ela com 15 anos começou a fazer um curso superior numa escola perto de sua casa, onde conheceu Jimmy Sanborn, Adam Ajeto, Christofer Guardalupe, Carmen Miralinda e Juan Portilla, que por conhecidência tinha o mesmo sobrenome que ela.

Paty fez 16 anos em abril daquele ano, e começou a namorar com o Jimmy. Eles combinavam como casal, mas tinham uma relação que mais parecia uma amizade colorida do que um namoro, chegando no começo das férias de verão eles terminaram, mas continuaram amigos e na volta as aulas ela começou a namorar com o Juan, o que me fez pensar: se eles se casarem nem vão precisar mudar o nome.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Por pura indecisão, enquete aqui do lado. >

Não sei aonde fazer o capitulo 3, então peço a tua ajuda. Vote aqui do lado, aonde você que seja o capitulo 3?

Votos aceitos até 23:59 desse domingo.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Capitulo 2.7

O guepardo corria a quase 200km/h, não muito a mais que um guepardo normal, que corre a cerca de 135km/h. Eles passaram muito rápido pela outra dupla e cruzaram a linha de chegada.

-NÃÃÃÃÃO - Gritou Jay - Como perdemos? - Disse ela enquanto seu anel sumia de sua mão e o cenário voltava ao normal.
-Agora que a batalha acabou, como sabiam que não precisávamos lutar se também são novatos?- Perguntou Richard.
-Foi o Guilermo que nos disse , ele disse que era um mago antes, mas tinha perdido todos seus anéis e saiu do jogo por conta disso.
-Então foi por isso que ele pegou as caixas em cima do piano, ele já sabia que eram as caixas do jogo. - Deduziu Eduardo.
-Agora tanto faz, eu e a Jay estamos fora - Disse Alejandro - Tchau e boa sorte pra vocês.
-Valeu - Respondeu Eduardo enquanto eles se afastavam.
-Fiquei com o anel do Alejandro - Disse Richard olhando para o anel da pedra cor de abobora que agora estava na sua mão.
-É e eu com o da Jay - Disse Eduardo olhando para o anel da pedra verde quase branca.

ºººººFim fo Capitulo 2ººººº

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capitulo 2.6

E assim começou uma contagem tipica de Mario Kart, uma arara azul veio com algo parecido com um semáforo e as luzes piscaram. Vermelho, vermelho, verde. E as duplas começaram a correr. Jay corria como se nada estivesse na sua frente, afinal ela atravessava as coisas, e Alejandro corria e tirava tudo da frente como se fosse um Jedi, não ele não tinha um sabre de luz, ele movia as coisas com a mão.

Por mais que fizessem parkour, Eduardo e Richard estavam ficando para trás, foi ai que Richard parou e segurou Eduardo. 

-Espera - disse Richard
-Assim perderemos - disse Eduardo, mas Richard nem deu ouvidos e começou a desenhar. - O que você está desenhando? - Perguntou Eduardo.
-Você já vai ver. - Respondeu Richard. Dai ele acabou o desenho, com rapidez e perfeição em detalhes e o fez criar vida. Era um carro furadeira. - Assim podemos chegar mais rápido.
-Brilhante.

Eles entraram no carro e Richard começou a dirigir sem tirar o pé do acelerador. Ao alcançar a outra dupla, Alejandro tentou virar o carro com a mão. 

-Ei isso é trapaça - Gritou Eduardo
-Haha, estou apenas usando minhas habilidades - Respondeu Alejandro.
-Se é assim...

Eduardo começou a fazer cópias das árvores bem maiores aparecerem na frente deles, criando paredes e mais paredes de árvores atrás do carro deles. Alejandro ficou preso, até Jay alcança-lo e o puxar para atravessar as arvores. Alejandro arremessou Jay em direção ao carro e ela atravessou arrancando os fios dele.

-Droga - Disse Richard - Controla aqui Eduardo, tenho que desenhar outra coisa.
-Okay, mas rápido.

Richard desenhou uma guepardo o mais rápido que pode. Quando acabou o fez criar vida, mas era só um e não conseguiria levar os dois com ele. Alejandro também já tinha passado eles, e Jay estava quase no final do tunel.

-Rápido, faça uma cópia maior - Gritou Richard. E assim fez Eduardo. - Volta! - Gritou Richard para o carro e o guepardo pequeno. E eles montaram no guepardo grande.

°°°Fim da parte 6°°°

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Capitulo 2.5

Eduardo e Richard começaram a treinar, enquanto Eduardo treinava as técnicas de parkour, Richard tentava fazer só um desenho criar vida. Enquanto treinavam não repararam que vinham duas pessoas na direção deles.

-Oi - Disseram juntos
-Oi, Alejandro, Oi Jay - Respondeu Eduardo.
-Oi - Respondeu Richard, mas foi ai que ele viu que eles também tinham anéis como o dele.
-Parece que o Richard reparou - Disse Jay.
-Reparou o ... - Ai caiu a ficha de Eduardo
-Então vocês são uma dupla de bruxos? - perguntou Richard, por fim.
-É, e antes que vocês queiram lutar, eu tenho que avisar uma coisa que não está escrita no pergaminho - Falou Alejandro
-A gente não precisa necessariamente lutar, podemos apostar corrida ou qualquer outro desafio. - completou Jay. - Aé, e nem precisamos encontrar algum lugar pra fazer tal batalha, a arena se monta conforme o desafio que escolhermos.
-Então por que não apostamos uma corrida? - Sugeriu Eduardo
-NÃO... - Antes de Alejandro completar a frase, o cenário começou a mudar, começou a brotas um monte de árvores do chão. e elas começaram a se envergar e formar um túnel. - Droga, assim que o desafio é mencionado ele é o que está valendo. Não importando se todos concordam.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Capitulo 2.4

Essa apresentação não era tão boa, na verdade ela nem tinha nexo, era a mistura do que eles tinham aprendido durante o ano, haviam duas histórias paralelas e uma performance de um poema onde todos estavam vendados. A primeira história era sobre um cara que tomou três xícaras de leite com chocolate, com morango e leite condensado, mas não sabia que era seu ultimo dia de vida e não conversou com sua amada nele. A segunda era sobre um átomo que muda de quer a cada lugar que ele encosta e no final vira sangue.

Após as 2 histórias paralelas, começava a performance, todos os atores iam para as coxias, pegavam uma cadeira saiam correndo pelo palco com ela e a largavam pelo palco, depois se vendavam e iam recitando um poema sobre o silêncio e iam tateando o palco em busca de uma cadeira para se juntarem no meio do palco.

Ao acabar a tal apresentação, Eduardo e Richard combinaram de ver se as tais magias realmente funcionavam. Eles já tinham combinado de treinar o parkour no Parque do Carmo (um parque que tem um pedaço da Mata Atlântica em São Paulo), então resolveram fazer os dois.

Richard levou seu caderno de desenho e encontrou com Eduardo lá. Eles foram para o Bosque das Cerejeiras.

-Você primeiro - Disse Eduardo.
-Não vai você  - Disse Richard 
-Aff, ok - Eduardo pegou uma pedra do chão apontou a varinha e imaginou ela maior, de repente apareceu uma pedra três vezes maior do lado dela.
-Caramba - Exclamou Richard
-Sua vez - Retrucou Eduardo

Richard Abriu seu caderno e procurou o desenho mais inofensivo, e resolveu tentar com seu projeto de arma de atirar batata. Ele apontou a varinha para o desenho ainda no caderno. Imaginou ela tomando forma em 3D, mas de repente todos seus desenhos começaram a sair do caderno.

-O que você fez? - Perguntou Eduardo - Todos os desenhos estão criando vida!
-Droga, como faço para isso voltar - Richard ficou apontando a varinha sem parar - ABRACADABRA! ALACAZAM! ALACAZUM! OCUSPÓCUS! MALFEITO FEITO! PELAMOR DE DEUS VOLTA! - E com seu ultimo grito os desenhos foram sugados pelas folhas do caderno.
-Malfeito feito? Jura? - Indagou Eduardo
-Estava sobre pressão, você sabe que ali tem coisas muito perturbadoras e vilões de games que eu desenhei, imagina eles andando pela cidade.
-Estou só brincando, já que seremos dupla, temos que treinar, mas não só as magias, tenho que melhorar no le parkour também.

Capitulo 2.3

Guilermo e Eduardo foram se apresentar e Richard ficou com as caixas nos bastidores. A apresentação era de dança contemporânea e foi muito comentada, todos pareciam ter gostado, foi a primeira da noite a ser aplaudida. Depois deles havia outro grupo para se apresentar e depois eram eles de novo, mas agora com o teatro, uma peça sobre barulho, silêncio e cores.

Quando acabaram a dança, Guilermo e Eduardo se encontraram com Richard que já tinha lido o pergaminho da sua caixa. 

-Vocês não vão acreditar no que está escrito aqui. - Disse Richard para Eduardo e Guilermo
-Deixa eu ver - Guilermo pegou o pergaminho de Richard e Eduardo pegou o da caixa dele.

ººººTô sem photoshop pra criar o pergaminho de um bruxo, é quase igual, mas ao invés de cajado está escrito varinha e diz o nome de seu parceiro, já que as caixas são pré destinadasºººº

-Nossa, será que é verdade? - Perguntou Eduardo, gosto dele pelo fato de acreditar em coisas surreais. - Porque se for, eu posso fazer replicas de qualquer objeto só que maior.
-Sério, o meu fala que posso tornar qualquer desenho real - Disse Richard
-Eu também quero um! - Disse Guilermo
-Haha, só quem conseguiu abrir a caixa tem o direito, você não conseguiu, procura outra pra você. - Disse Eduardo.
-Já tá chegando a hora de vocês se apresentarem de novo.  - Disse Richard.
-Vou colocar meu anel antes de ir. e já que o figurino dessa peça é roupas extravagantes... - Eduardo pegou a esfera e colocou no anel, transformando-a em varinha - ninguém vai ligar se eu for com uma varinha.
-Caramba parece que é verdade o que está escrito no pergaminho. Haha, é ninguém vai ligar, afinal se eu vou de vampiro, por que você não pode ir de bruxo? - Guilermo, fez a pergunta retórica.
-Também vou colocar meu anel - Richard colocou a esfera no anel, tornando a varinha.
-Agora é nossa vez de apresentar - Disse Guilermo
-Quebrem a perna - Disse Richard


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Capitulo 2.2

Antes de tal apresentação, Eduardo conheceu Richard Albuquerque, um garoto da idade dele, 15 anos, moreno, com cabelo comprido quase sempre com uma boina preta. Eles começaram a praticar um tipo de esporte francês chamado Le Parkour, não eram muito bons no começo, mas com o tempo Richard ficou muito melhor, não que Eduardo tenha continuado no mesmo nível, mas Richard era melhor que Eduardo em Le Pakour.

Os dois também desenhavam muito bem, embora Richard também superava Eduardo nisso. Os desenhos de Richard eram tão realistas, ainda mais quando ele pintava, até parecia que ele tinha impresso o tal desenho.

Richard começou a fazer aulas de teatro e dança com Eduardo para perder a timidez, mas nunca conseguia se apresentar por vergonha. Mesmo assim Richard sempre ia ver Eduardo se apresentar. Perto do final daquele ano um trio entrou nas aulas de teatro e dança, chamavam-se Alejandro da Silva, Jay Ortega e Guilermo T.

Alejandro era bissexual, branco, magro e usava o corte de cabelo fringe. Jay era morena, um pouco gorda e tinha o cabelo encaracolado. Guilermo era branco, magro e tinha franja no cabelo.

No final de novembro eles tinham uma apresentação, o figurino era simples, uma camisa verde, uma calça saruel preta e uma máscara branca. O grupo todo estava atrás do palco, e lá havia um piano steck preto, mas estava fechado, por isso não dava para toca-lo.

Guilermo chamou Eduardo e Richard para ir beber água com ele, antes de entrar no palco. Quando passaram pelo piano viram que tinha duas caixas em cima dele, uma delas era colorida com nuvens esculpidas e a outra era preta e toda trabalhada em desenhos. Guilermo pegou-as.

-O que você tá fazendo? - Perguntou Eduardo enquanto Guilermo tentava abri-las, mas sem sucesso.
-Estou tentando abri-las - Respondeu Guilermo com desdém.
-Hahaha - Riu Richard - Deixa eu tentar - Richard pegou a colorida e tentou abri-la, mas não conseguiu.
-Minha vez disse Eduardo - Ele pegou a mesmo e tentou, ele a abriu de primeira - Nossa, você são fracos demais.
-Então abre essa também - Disse Guilermo segurando a caixa preta.
-Vai ser fácil - Eduardo pegou a caixa preta, mas não conseguiu abri-la - Droga, tenta você Richard. - Richard tentou e conseguiu abrir.
-O que tem dentro? - perguntou Guilermo
-Da minha tem um anel com uma pedra amarelo mostarda, uma esfera da mesma cor e um pergaminho - Respondeu Eduardo
-Da minha tem a mesma coisa só que a pedra e a esfera são de um amarelo quase dourado.
-Gente a apresentação vai começar! - Gritou Jay para eles

ºººQualquer semelhança desses personagens novos com alguma pessoa real é mera coincidência. Hahaººº

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Escolha o simbolo do seu anel

Cada anel terá um simbolo dentro da pedra, abaixo vão alguns que o Thiago Eiji desenhou, escolham qual ficará dentro do seu anel (os com nome embaixo foi porque tive que escolher para aparecer no desenho já)

Quem escolher primeiro fica com o simbolo, no caso de dois quererem o mesmo. 

Renata (Carla C.)









Patrícia (Jully R.)

Thiago (Eduardo O.) 


Henriqueta (Ágata C.) 





Lucas (Jimmy S.)





(Lucas R.) 

Bárbara (Patrícia P.)


Gabriel (Alvim A.)


Arley (Chad P.)



Capitulo 2.1

A criatividade é um talento incomparável, mas quando sobe a cabeça, você esquece que não é como eu que pode tudo. Mesmo sendo bom em muita coisa, você precisa de humildade para alcançar algumas outras.

Era cerca de 20h quando Eduardo Onivid ia fazer sua primeira apresentação para um publico grande. O publico estava ansioso no Teatro Zanoni Ferrite, um teatro paulista. A peça era sobre duas meninas que estavam à assistir vídeos na internet, e estes vídeos eram as cenas.

Eduardo tinha 15 anos na época, e estava chegando sua vez de entrar em cena. Ele estava com frio na barriga, pois nunca tinha feito uma cena como aquela, até que chegou sua hora e ele entrou.

Em meio as nuvens ele descia, pendurado por cordas para parecer que estava flutuando, e segurava balões de gás Hélio.

-Ai meu Deus, eu não sei onde eu tô, EU NÃO SEI ONDE EU TÔ! - Gritava Eduardo que estava vestido de padre - O que eu vou fazer, eu não sei onde eu tô e meu GPS não funciona.

Sim ele estava representado o padre que se amarrou em um monte de balão e começou a voar, mas até que no final foi engraçado relembrar uma cena de 2008.

Depois disso Eduardo teve várias peças em São Paulo, mas ainda não tinha encontrado a fama.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Capitulo 1.7

Ágata, agora com dois anéis, atacava com gosma e por alguma razão não conseguia mais ouvir os pensamentos de Carla, mesmo com ela desviando de todos os ataques.

Carla ainda não sabia o poder de Ágata, mas tinha entendido que era algo que a deixava saber o que ela ia fazer, então começou a agir sem pensar. Voava e desviava dos golpes de gosma de Ágata.

Ágata tentou bolar um plano para vencer, mas enquanto ela estava pensando, acabou abrindo uma brecha e quando Carla viu, ela atacou derrubando Ágata.

Droga, será que ela esta agindo sem pesar, ou será que eu só posso usar um poder de cada vez? - pensou Ágata enquanto tentava levantar

-Ei, por que vocês vieram lutar comigo primeiro? - Perguntou Ágata
-Fácil, - disse Carla andando ao encontro de Ágata - a gente viu você andando com o cajado na rua e entrando no prédio do concerto, mas pra ter certeza fomos até o concerto e quando você errou uma nota quando a gente disse "É ela" soubemos que era verdade.

Quando Carla estava perto, Ágata atacou uma rajada de gosma nela, mas Carla voou.

-Ainda tem forças pra tentar lutar? - Perguntou Carla incrédula.
-Acha que só me derrubando vai vencer? Eu sou Ágata e não me dou por vencido antes de te fazer sangrar.

Carla veio com tudo na direção de Ágata e Ágata correu na direção de Carla. O cajado e a varinha se colidiram e voaram um pra cada beira do Arco. Carla caiu, pois sem a varinha ela não conseguia voar. Quando ela viu que Ágata ia correr para pegar a varinha de Carla, ela correu atrás de Ágata.

-Ah, piranha, acha que vai me vencer assim? - Disse Carla enquanto pegava os cabelos de Ágata
-Ah, solta meu cabelo! - Gritou Ágata de dor enquanto dava cotoveladas em Carla.
-Ai, sua vadia!
-Vadia é sua mãe, sua biscate de cabaré! - Ágata virou e também pegou o cabelo de Carla.
-Não bota minha mãe no meio! Sua rapariga recalcada! - Carla soltou o cabelo de Ágata e deu um tapa na cara dela fazendo-a soltar também seu cabelo.
-Recalcada é você que vem interromper meu concerto! - Ágata esmorrou Carla. A boca de Carla começou a sangrar, e ela cuspiu um dente.
-CHIENNE!!! - gritou Carla com os nervos a flor da pele.
- Ah malheureux, me chama de chienne de novo!

Carla correu em direção de Ágata e derrubou-a, correu até o cajado de dela. Ágata levantou e correu até a varinha. As duas chegaram ao mesmo tempo, mas Carla foi mais rápida ao quebrar a esfera e assim, o cenário começou a voltar ao normal e os anéis de Ágata começaram a sumir da mão dela e aparecerem na mão de Carla.

ººººº
Fim do 1° capitulo
ººººº

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Capitulo 1.6

*O chão começa a levantar*

O que é isso? Será que é o poder dela? - pensou Carla
Acho que também é a primeira batalha deles, nem eles sabem que tipo de bruxaria é essa - Pensou Ágata
Já que ela deu o primeiro ataque é minha vez agora, só preciso que o Lucas a prenda no chão - Carla começou a voar.
-Agora Lucas! - Gritou Carla, mas Ágata já sabia o que eles pretendiam.

Ágata correu pela borda do Arco, e Lucas corria atrás dela jogando gosma com a varinha dele e Carla tentava atacar ela pelo alto. Por sorte Ágata era muito rápida, afinal ela tinha 1,74cm de altura, e desses 1m só de perna. Também era uma ótima lutadora, pois seu pai a tinha ensinado para ela poder se proteger.

Droga, por que tenho um poder tão insignificante como ler mentes, assim não da nem pra atacar. - Pensou Ágata enquanto corria. - Tenho que bolar um plano, não vou conseguir correr pra sempre e o chão está ficando cheio dessa gosma que gruda. Espera, é isso!

Ágata parou enquanto os dois vinham em sua direção. Lucas parou assim que a viu parar e atacou com sua magia, mas Carla não reparou em Lucas e continuou avançando pra cima de Ágata, que apenas de esquivou de Carla e ela acabou sendo pega pela gosma.

-Droga Lucas! - gritou Carla. Ágata começou a correr novamente 
Porque ela não pegou minha varinha e quebrou? - Pensou Carla.
Droga esqueci que eu consigo o poder dela se eu quebrar a varinha dela - Pensou Ágata 

Mas já era tarde, já que ela já estava longe. Então ela continuou com seu plano de tentar prender os 2 no chão. Até que deu certo, Lucas não reparou no chão,, ficou só de olho em Ágata e atacando sem parar e acabou pisando em uma poça de gosma e caindo de cara no chão.

Não que os anéis sejam assim,
mas foi a melhor foto que achei
Dessa vez Ágata nem exitou. Ela saltou sobre uma poça de gosma e rapidamente pegou a varinha de Lucas, quebrou a esfera e logo Lucas e toda a gosma começou a sumir, a única coisa dele que ficava era o anel. Ágata pegou o anel e o colocou rapidamente, mas Carla agora estava se soltando.

ººººº
Fim da 6° parte
ººººº

Capitulo 1.5

Os dois lados estavam confiantes para aquela batalha, mas qual iria vencer? Eles foram pra uma campina fora da cidade, mas, sendo os 3 novatos, eles não sabiam que aquilo não importava. Quando começava uma batalha o cenário mudava e só quem tinha envolvimento com a batalha permanecia no novo cenário.


Quando a batalha ia começar o cenário começou a mudar, o lugar onde eles estavam começou a levantar, agora eles estavam em cima de algo como o Arco do Triunfo. Em volta tudo era escuro, como se todo o foco estivesse realmente na batalha e o chão a baixo, parecia ser de lava. Não que eles morreriam se caíssem, mas quem caísse perdia a batalha.




ººººº
Sim, a parte 5 é só isso, mas vou tentar colocar a parte 6 ainda hoje também.
ººººº

Avisos Prévios

* Pra quem não reparou quem está narrando a história sou eu, ou seja, o Jack Tequilla.

*A parte 5 do 1° capitulo será curta porque quero fazer a luta na parte 6 e 7, e assim, acabar o capitulo 1

*Se alguma vez eu escrever um nome que ainda não citei, deve ser o nome da pessoa na vida real, então me avisem pra que eu possa arrumar .-.

*Queria saber, quem entrou no blog por um iPod .-. e quem usa Mozilla Firefox (12 vezes entraram no blog pelo Mozilla) .-.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Capitulo 1.4

Ao ouvir aquilo, Ágata errou algumas notas da peça, mas logo se recompôs esperando que eles não tivesses uma magia de ataque e se tivessem que não atacassem no meio do concerto. "Ela sabe que estamos aqui vamos atacar!" ela ouviu alguém pensando e dizendo ao mesmo tempo, "Não, não sabemos o poder dela ainda e nem quantos anéis ela já tem" novamente ela ouviu.

Pelo jeito devem ser bruxos, já que eles andam em duplas. Droga o que eu faço se meu poder só serve pra isso? - Pensou Ágata enquanto fazia a peça de encerramento.

Quando ela acabou, todos aplaudiram de pé, ela se levantou pra agradecer e tentou achar quem ela tinha ouvido, mas não viu ninguém suspeito. Ela saiu do palco e vou trocar de roupa já pensando num plano para conseguir vencer os bruxos.

Já em seu camarim, ela ouviu alguém bater na porta.

-Quem é? - Perguntou ela preocupada.
-Ágata você pode nos dar um autógrafo? - Respondeu uma garota.
-Só um minuto. - Ágata pegou o cajado e tentou ouvir os pensamentos de quem estava lá fora "Será que ela vai demorar, precisamos encontrar o meu pai daqui 5 minutos". - Devem ser só fãs - sussurrou.

Ela abriu a porta e realmente eram fãs. Ela deu os autógrafos, tirou fotos e voltou pro camarim, mas quando entrou, ela deu de cara com 1 casal dentro do próprio camarim.

-Quem são vocês? - Perguntou ela assustada.
-Acho que você já sabe quem somos - Respondeu a mulher.
-Como assim?
-Deixe eu nos apresentar, Lucas Rafael e eu sou Carla Cavalcantti com 2 Ts, somos os bruxos que irão te vencer nesta competição, mas antes vamos para um lugar com menas pessoas.
Por mais que sejamos fracos, ela não tem chance, a Carla pode voar e eu posso prender ela no chão com meu poder de gosma - Pensou Lucas.

Lucas tinha cerca de 1 metro e meio e era muito magro, já Carla era morena, também não era muito grande, era um pouco gorda.

-Oui, vamos então ao tal lugar. - Agora que já sei os poderes deles vai ser fácil essa.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Capitulo 1.3




Fui eu que desenhei.
Era pra ficar melhor
Ao chegar em casa Ágata não exitou em tentar abrir a caixa, que destrancou na primeira tentativa. Ágata imaginou que o vendedor enganado-a para ela pagar 10 €  por uma caixa vazia. Ao abrir a caixa, ela se surpreendeu, pois dentro havia uma esfera vermelha, um anel com uma pedra também vermelha e um pergaminho.

Ela pegou o anel e colocou no dedo, coube perfeitamente. Em seguida ela pegou a esfera para analisa-la. De repente ela  ouviu "Que bagunça, Ágata deve ter chegado", ela revirou os olhos e olhou pra trás, mas não tinha ninguém. Ela achou estranho e colocou a esfera de volta na caixa para pegar o pergaminho.




-Que bobagem - Disse Ágata com desdém

Mesmo achando bobagem ela resolveu tentar ativar o cajado, afinal ela havia pagado 10€ pela caixa. Ela pegou a esfera e encostou na pedra, logo começou a apareceu um cabo na esfera, e cresceu até ficar do tamanho da perna dela e um metal começou a envolver a esfera, mas não por completo, para segura-la no cabo.

-Magnifiques - Ágata disse após ver aquele cajado se formar por mágica

° ° °

No dia do concerto, Ágata não desgrudava do cajado e não tirava o anel por nada, conseguia ouvir cada pensamento que queria. Ela estava fazendo a maquiagem em seu camarim quando ouviu a produtora pensando Se a Ágata perder esse concerto, vou acabar perdendo o salário do mês inteiro. Foi quando Sagra entrou no camarim.

-Ágata, ainda não acabou a maquiagem!? - Perguntou Sara
-Calma Sara, o concerto é só daqui 2 horas - Respondeu Ágata - Sabe aonde está o vestido que eu escolhi no Rih?
-Está bem aqui no closet do camarim - Respondeu Sara

° ° °

Já vestida, Ágata foi se apresentar e levou o cajado com ela. Ela começou tocando uma de suas sinfonias e foi na terceira peça que ela ouviu alguém na plateia pensando "É ela, ela tem um cajado"... 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Capitulo 1.2

Com um pouco mais de base Ágata começou a gravar vídeos de músicas compostas por ela e manda-los para o YouTube, e com o tempo começou a ficar conhecida em Paris. Aos 13 anos uma produtora entrou em contato com ela e com 14 anos ela é uma das mais famosas pianistas da França.

° ° °

-Ágata, já comprou a roupa pro concerto de sexta? - Disse Sara Sophia a produtora de Ágata
-Ainda não, passo no estilista amanhã e escolho um vestido. - Respondeu Ágata
-O concerto é depois de amanhã fille! Vá agora escolher este vestido!
-Oui oui - Disse Ágata com desdém.

Ágata vestia uma calça skinny preta com uma blusa bata vermelha. Ela pegou sua bolsa Louis Vuitton branca pra combinas com o sapato Prada e saiu pela porta indo ao Richard Beau, seu estilista.

° ° °

-Riih, mon cher! - Gritou Ágata ao chegar no estúdio do estilista
-Ágata, mon amour, já estou com os vestidos novos aqui, quer dar uma olhada?
-Quero sim Riih, sabe tenho um concerto essa sexta e preciso de um vestido - Ágata caminhou até a nova coleção logo atrás de Richard, e logo que entrou avistou o que ela queria - Eu quero esse! - Exclamou ela apontando para um vestido tomara que caia preto com uma calda enorme que arrastava no chão.
-Oui, ma chére, prove ele e venha pra cá que eu quero ver -

Richard pegou o tal vestido pra ela experimentar. Ágata colocou o vestido e voltou para mostrar ao Richard.
Depois eu vou trocar as
Imagens por desenhos do
Thiago Eiji

-Fabulosa! - Exclamou Richard
-Oui eu sei, vou levar esse manda entregar amanhã Riih, ainda vou passar no shopping e pegar algumas jóias novas
-Oui oui, ma chére.

Ágata colocou sua roupa e saiu do estúdio de Richard. No caminho para o shopping ela passou por uma barraca de antiguidades e parou pra dar uma olhada, foi ai que ela avistou uma caixa antiga, vermelha, brilhante, com entalhes em branco, a caixa tinha cheiro de carro novo e o verniz estava intacto, ela podia se ver espelhada naquela caixa assim como aquele piano em que ela havia tocado pela primeira vez.

-O que há dentro dessa caixa? - Ágata perguntou ao vendedor
-Não sei te dizer ma chére, ninguém nunca conseguiu abrir a caixa - Responder o vendedor - Dizem que ela é mágica, não importa como você tente abrir, não faz se quer nem um aranhão nela, e dizem que só o escolhido pode abri-la.
-Quanto quer por ela?
-15€
-Cara ela hein?
-Faço 10€ pra Mme, pode ser?
-Oui - Ágata pagou o vendedor, pegou a caixa e foi direto pra casa para tentar abrir a caixa.

ººººººº
Fim da segunda parte
ººººººº

Glossário:
Fille = Garota
Oui = Sim
Mon cher = Meu querido
Mon amour = Meu amor
Ma chére = Minha querida
Mme = pronuncia-se Madame = Senhorita 

domingo, 8 de janeiro de 2012

Capitulo 1.1

Acha que seria fácil sua vida se descobrisse seu talento cedo? Mas e se esse talento não fosse o único e o que você realmente quer você descobrisse após começar uma carreira?

Ágata Cecília se descobriu uma ótima pianista em um Natal quando tinha 12 anos. Ela tinha ido assistir um filme com alguns amigos e o shopping estava com decoração de Natal, uma árvore não muito grande com anões espalhados pelo shopping inteiro e bolas de todas as cores penduradas no teto, mas o que chamou a atenção dela foi o piano de cauda que estava em exposição. Ele era vermelho, brilhante, as teclas eram novas ­ e ao invés dos bemóis e sutenidos­ ­ serem pretos, ele eram vermelhos, ­ ­o piano tinha cheiro de carro novo  e o verniz estava intacto, ela podia se ver espelhada no piano.

Estava tudo calmo, só ela e os amigos dela e com uma vontade imensa de tocar, ela aproveitou que não havia seguranças por perto e ultrapassou a corda de segurança e se sentou em frente ao piano, por mais que nunca tivesse tocado ela começou a tocar uma peça de "Bach".

Depois que começou a tocar as pessoas começaram a parar pra escuta-la no meio do shopping e quando terminou a primeira peça, tinha um monte de gente em volta e começaram a aplaudir. Eles acabaram nem assistindo o filme. Após isso ela decidiu fazer aulas e aprimorar seu talento.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Introdução [ATUALIZADO]

"São jogados na Terra 100 caixas contendo em cada uma: 1 anel, 1 varinha ou cajado e uma folha de instruções.

*Cada caixa é destinada à um certo humano.

*Cada anel tem uma cristal de cor diferente e da ao humano um poder diferente.

*O único jeito de fazer o anel funcionar é com o cajado/varinha e para outro humano poder pegar os anéis de outro humano ele precisa quebrar o cristal do cajado/varinha do mesmo.

*Os anéis podem ser usados tanto no dedo quando no próprio cajado/varinha.

Quem tiver uma varinha será um bruxo, que é mais fraco que um mago e por isso cada varinha vem pré-destinada a outra varinha, sendo assim, cada bruxo tem um parceiro bruxo.

Quem tiver um cajado será um mago e terá que chegar ao fim da competição sendo o único vitorioso.

Quem juntar os 100 anéis 1° vence."