- Não sei porque ainda tinha esperanças de que fosse real, - disse Lucas - ele é hetero.
- Mas o meu gaydar apita muito com ele, duvido que seja - disse Giovanna.
- O meu também, mas se ele não assume.
Lucas ficou olhando para Edgar quase a aula toda. O dia acabou e nada aconteceu. Lucas foi pra casa, e resolveu dormir quando chegou.
Lucas agora estava em um lugar escuro, sozinho, e vagava desesperadamente atrás de alguém ou algo, aquela escuridão o consumia.
- Socorro! - por fim ele gritou.
- O que de atormenta filho meu - disse uma voz masculina.
- P-Pai? - disse Lucas enquanto olhava pra trás.
- Olá Lucas - disse Elizeu sorridente - por que está tão assustado?
- Estou com uma sensação de que algo ruim irá acontecer.
- Coisas ruins acontecem a todos os momentos, você não pode prevê-las ou impedi-las.
- Mas e se eu pudesse impedi-las?
- Isso é o que você realmente quer? impedi-las?
- Sim pai, é o que eu quero.
- Então pegue isso. - disse Elizeu enquanto dava a Lucas uma caixa.
- Mas o que é isso?
- Acorde, abra e você descobrirá - disse Elizeu por fim e em seguida empurrou Lucas que entrou em uma queda sem fim. Agora tudo começava a clarear.
Lucas estava acordado agora. Mas tinha uma caixa nas mãos.
[acabo de escrever a noite como a parte4]
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