- Não sei porque ainda tinha esperanças de que fosse real, - disse Lucas - ele é hetero.
- Mas o meu gaydar apita muito com ele, duvido que seja - disse Giovanna.
- O meu também, mas se ele não assume.
Lucas ficou olhando para Edgar quase a aula toda. O dia acabou e nada aconteceu. Lucas foi pra casa, e resolveu dormir quando chegou.
Lucas agora estava em um lugar escuro, sozinho, e vagava desesperadamente atrás de alguém ou algo, aquela escuridão o consumia.
- Socorro! - por fim ele gritou.
- O que de atormenta filho meu - disse uma voz masculina.
- P-Pai? - disse Lucas enquanto olhava pra trás.
- Olá Lucas - disse Elizeu sorridente - por que está tão assustado?
- Estou com uma sensação de que algo ruim irá acontecer.
- Coisas ruins acontecem a todos os momentos, você não pode prevê-las ou impedi-las.
- Mas e se eu pudesse impedi-las?
- Isso é o que você realmente quer? impedi-las?
- Sim pai, é o que eu quero.
- Então pegue isso. - disse Elizeu enquanto dava a Lucas uma caixa.
- Mas o que é isso?
- Acorde, abra e você descobrirá - disse Elizeu por fim e em seguida empurrou Lucas que entrou em uma queda sem fim. Agora tudo começava a clarear.
Lucas estava acordado agora. Mas tinha uma caixa nas mãos.
[acabo de escrever a noite como a parte4]
quinta-feira, 28 de junho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Capítulo 5.2
Aquele sonho ficou na cabeça de Lucas a manhã inteira, e ele tinha informática naquele dia. Ele não contou pra ninguém sobre o sonho, com a esperança de que se realizasse. Ao chegar na aula de informática, Lucas foi para o computador de sempre...
- Lucas, não estou conseguindo ligar meu PC, me ajuda aqui - disse Giovanna.
- Só um segundo - disse Lucas, pensando que isso havia acontecido em seu sonho. E nesse momento Silvana entrou na sala e foi para o computador de Lucas.
- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC assim como no sonho.
Não é possível, parece até um de javú. pensou lucas, enquanto voltava para o PC. E novamente viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.
- Sai Silvana - disse Lucas com um sorriso no rosto sabendo o que vinha por ai.
- Aí, não posso nem mais brincar com você - disse Silvana.
- Pera, era você mesmo? Aff.
- Você falou meu nome, mas achava que era outra pessoa? - perguntou Silvana.
- É que eu tive um sonho, e achei que ele estava se realizando.
- E quem te cutucava no sonho?
- Isso não vem ao caso.
- Era o Edgar, né?
- Se sabe, por que pergunta?
- Só pra confirmar. - respondeu Silvana - E o que mais acontecia no sonho?
Lucas contou o sonho pra ela...
- Lucas, não estou conseguindo ligar meu PC, me ajuda aqui - disse Giovanna.
- Só um segundo - disse Lucas, pensando que isso havia acontecido em seu sonho. E nesse momento Silvana entrou na sala e foi para o computador de Lucas.
- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC assim como no sonho.
Não é possível, parece até um de javú. pensou lucas, enquanto voltava para o PC. E novamente viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.
- Sai Silvana - disse Lucas com um sorriso no rosto sabendo o que vinha por ai.
- Aí, não posso nem mais brincar com você - disse Silvana.
- Pera, era você mesmo? Aff.
- Você falou meu nome, mas achava que era outra pessoa? - perguntou Silvana.
- É que eu tive um sonho, e achei que ele estava se realizando.
- E quem te cutucava no sonho?
- Isso não vem ao caso.
- Era o Edgar, né?
- Se sabe, por que pergunta?
- Só pra confirmar. - respondeu Silvana - E o que mais acontecia no sonho?
Lucas contou o sonho pra ela...
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Capítulo 5.1
A atualidade é uma era estranha, mas estranho não é ruim. Ruim é ser normal e viver na mesmisse. Ter um cotidiano monótomo e ser igual a todo mundo. Não ter o "a mais" para se destacar na multidão.
Era mais uma noite chuvosa em Lloró, a capital da chuva localizada na Colômbia. Lucas Marino, cujo o falecido pai, Elizeu Marino, era Brasileiro, vivia com sua mão em Lloró e sempre que saia levava seu guarda-chuva vermelho. Não que isso seja incomum em Lloró, afinal lá chove quase todo dia. Lucas gostava de ser diferente, era o mais diferente de sua escola, sempre ia de chapéu, tinha 3 brincos na orelha esquerda, uma barba cerrada, e costeletas grandes e sempre com seu guarda-chuva vermelho.
Estava ele mexendo no seu computador no laboratório de informática de sua escola, era bem no começo da aula, quando ele parou pra responder uma pergunta de sua amiga Giovanna, sua amiga Silvana chegou na sala e pegou seu computador.
- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC. Quando voltou para o PC viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.
- Sai Silvana - disse Lucas
- Sou eu - disse Edgar, o menino que ele é afim desde o 1° ano do colegial. Edgar veio cumprimentar ele com um beijo no rosto e Lucas empurrou a cara dele com a mão - Sai, não quero você aqui.
- Quero conversar com você - disse Edgar enquanto ia para o outro lado de Lucas.
- Ok, então fala - disse lucas com desdém
Edgar foi chegando perto da boca do Lucas. Ele podia sentir o hálito quente de Edgar seu rosto, mas mesmo com toda aquela vontade de beija-lo ele virou a cara.
- O que você quer? Quando eu quis você disse "não, eu não gosto dessas coisas" - disse Lucas ainda com a cara virada, e Edgar beijou o pescoço dele. Lucas sentiu um arrepio por toda a espinha.
- Mas eu tenho um curiosidade, e sei que você gosta de mim, não pode me dar pelo menos um beijo?
E foi ai que Lucas acordou.
Era mais uma noite chuvosa em Lloró, a capital da chuva localizada na Colômbia. Lucas Marino, cujo o falecido pai, Elizeu Marino, era Brasileiro, vivia com sua mão em Lloró e sempre que saia levava seu guarda-chuva vermelho. Não que isso seja incomum em Lloró, afinal lá chove quase todo dia. Lucas gostava de ser diferente, era o mais diferente de sua escola, sempre ia de chapéu, tinha 3 brincos na orelha esquerda, uma barba cerrada, e costeletas grandes e sempre com seu guarda-chuva vermelho.
Estava ele mexendo no seu computador no laboratório de informática de sua escola, era bem no começo da aula, quando ele parou pra responder uma pergunta de sua amiga Giovanna, sua amiga Silvana chegou na sala e pegou seu computador.
- Pode sair daí, porque eu liguei esse PC e já tô usando ele. - disse Lucas para Silvana, que saiu brava do PC. Quando voltou para o PC viu que a barra de tarefas estava oculta e foi arrumar. Nesse momento alguém o cutucou na sintura.
- Sai Silvana - disse Lucas
- Sou eu - disse Edgar, o menino que ele é afim desde o 1° ano do colegial. Edgar veio cumprimentar ele com um beijo no rosto e Lucas empurrou a cara dele com a mão - Sai, não quero você aqui.
- Quero conversar com você - disse Edgar enquanto ia para o outro lado de Lucas.
- Ok, então fala - disse lucas com desdém
Edgar foi chegando perto da boca do Lucas. Ele podia sentir o hálito quente de Edgar seu rosto, mas mesmo com toda aquela vontade de beija-lo ele virou a cara.
- O que você quer? Quando eu quis você disse "não, eu não gosto dessas coisas" - disse Lucas ainda com a cara virada, e Edgar beijou o pescoço dele. Lucas sentiu um arrepio por toda a espinha.
- Mas eu tenho um curiosidade, e sei que você gosta de mim, não pode me dar pelo menos um beijo?
E foi ai que Lucas acordou.
Avisos:
- Voltei a ativa
- Vou tentar postar pelo menos um pedaço por dia
- Estou sem ideias pro Cap. 4
- Farei o Cap. 5 e depois volto ao 4
- Vou criar uma página (ou grupo) no face pra postar quando sair um cap.
Assinar:
Comentários (Atom)